Blog • Nutrição aplicada

Conteúdos práticos para profissionais de nutrição

Resumos rápidos com embasamento técnico para usar junto das ferramentas de macros, hidratação e metabolismo da Faster Tools.

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Nutrição clínica

science Micronutrientes e suas funções

Por Paulo Moreira
Leitura estimada —

Vitaminas e minerais são essenciais mesmo em pequenas quantidades. Acompanhe principais exemplos e recomendações.

Micronutrientes atuam como cofatores enzimáticos, antioxidantes e reguladores de tecidos. A deficiência prolongada impacta imunidade, metabolismo energético e cognição.

Vitaminas lipossolúveis

  • Vitamina A: visão, pele e diferenciação celular.
  • Vitamina D: metabolismo de cálcio/fósforo e imunidade.
  • Vitamina E: proteção antioxidante de membranas.
  • Vitamina K: coagulação sanguínea e saúde óssea.

Vitaminas hidrossolúveis

  • Complexo B: participa de vias de energia, síntese de DNA e saúde neurológica.
  • Vitamina C: síntese de colágeno, absorção de ferro e defesa antioxidante.

Minerais macros

  • Cálcio: estrutura óssea, contração muscular e sinalização.
  • Magnésio: mais de 300 reações enzimáticas, equilíbrio eletrolítico.
  • Potássio e sódio: gradiente celular, pressão arterial e condução nervosa.

Minerais traço

  • Ferro: transporte de oxigênio (hemoglobina / mioglobina).
  • Zinco: imunidade, cicatrização e síntese proteica.
  • Selênio: componente da glutationa peroxidase (antioxidante).
  • Iodo: hormônios tireoidianos, regulação metabólica.

Lembre: suplementação só deve ocorrer após avaliação clínica. Use a Calculadora de Macronutrientes e o Planejador de Refeições para integrar planos alimentares personalizados.

Fontes consultadas

  • Institute of Medicine. Dietary Reference Intakes, 2005.
  • Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (SBAN), Guias de Micronutrientes 2023.

Planejamento alimentar

restaurant Macronutrientes e suas funções

Por Paulo Moreira
Leitura estimada —

Proteínas, carboidratos e gorduras são a base do balanço energético. Ajuste proporções conforme objetivo clínico e rotina.

Proteínas (4 kcal/g)

Formam enzimas, hormônios, tecidos contráteis e anticorpos. A ingestão adequada preserva massa magra e suporta recuperação pós-exercício.

  • Fontes: carnes magras, ovos, laticínios, leguminosas, proteína vegetal isolada.
  • Funções-chave: síntese muscular, transporte de nutrientes, manutenção do sistema imunológico.

Carboidratos (4 kcal/g)

Principal combustível para cérebro e exercícios de maior intensidade. A periodização de carboidratos garante glicogênio adequado e evita fadiga precoce.

  • Fontes: frutas, grãos integrais, raízes, leguminosas.
  • Funções-chave: fornece energia imediata, poupa proteínas de serem usadas como combustível, participa da síntese de neurotransmissores.

Gorduras (9 kcal/g)

Essenciais para absorção de vitaminas lipossolúveis, composição de membranas celulares e produção hormonal. O equilíbrio entre gorduras mono, poli e saturadas é decisivo.

  • Fontes: azeite, abacate, castanhas, peixes ricos em ômega-3.
  • Funções-chave: suporte anti-inflamatório (ômega-3), proteção de órgãos, regulação térmica e sinalização hormonal.

Experimente as calculadoras de macros e planejamento de refeições do Faster Tools para transformar essas diretrizes em cardápios quantificados.

Fontes consultadas

  • American College of Sports Medicine. Nutrition and Athletic Performance, 2016.
  • Ministério da Saúde. Guia Alimentar para a População Brasileira, 2022.

Educação física

monitor_heart VO₂máx pelo teste de Cooper

Por Paulo Moreira
Leitura estimada —

Entenda como o teste de Cooper (12 minutos) estima o consumo máximo de oxigênio e como aplicar os resultados em treinos aeróbios.

O teste de Cooper mede a distância percorrida em 12 minutos de corrida contínua. Quanto maior a distância, maior a estimativa de VO₂máx — a capacidade de transportar e utilizar oxigênio durante o exercício.

Como executar

  • Aqueça por 10 minutos com intensidade leve.
  • Corra a maior distância possível em 12 minutos em pista ou espaço plano.
  • Registre a distância total (em metros) para inserir na ferramenta.
  • Manutenção: repita a cada 6-8 semanas para medir evolução.

Cálculo aproximado

  • Fórmula Cooper: VO₂máx ≈ (Distância em metros − 504.9) / 44.73.
  • Classificação varia por sexo e faixa etária; use tabelas específicas para interpretação.
  • Não substitui ergoespirometria, mas oferece um indicativo rápido da capacidade cardiorrespiratória.

Variações climáticas, descanso e calçados impactam o resultado. Incentive registros detalhados a cada teste para correlacionar VO₂máx com planilhas de volume semanal.

Utilize a ferramenta Estimador de VO₂máx da Faster Tools para calcular automaticamente, salvar o output e integrar com recomendações de zona de treino.

Fontes consultadas

  • Cooper, K. O programa Aeróbico para o Bem-Estar Total, 1982.
  • ACSM. Guidelines for Exercise Testing and Prescription, 11ª edição.

Desenvolvedores • Dados & Texto

confirmation_number UUID e suas versões

Por Paulo Moreira
Leitura estimada —

Saiba quando usar UUID v1, v4 ou v5 e como essas versões impactam logs, segurança e ordenação dos registros.

UUID (Universally Unique Identifier) é um identificador de 128 bits definido pela RFC 4122. Ele permite gerar IDs únicos sem dependência de banco centralizado, ideal para microsserviços, filas e integrações offline.

Versões determinísticas

  • v1: usa timestamp + MAC address. Facilita auditoria, mas revela hardware e pode gerar colisões se o relógio voltar.
  • v3/v5: derivadas de hash (MD5/SHA-1) de um namespace + valor. Úteis para gerar sempre o mesmo ID para a mesma entrada.

Versões aleatórias/ordenáveis

  • v4: totalmente randômico (122 bits úteis). Excelente para tokens e chaves primárias.
  • v7: proposta mais recente que combina timestamp + random, mantendo ordenação temporal e privacidade.

Escolha o UUID alinhado ao seu requisito: se precisa de IDs previsíveis para um namespace, use v5. Para escalabilidade simples, v4 resolve. Para ordenação em bancos distribuídos, considere v7 ou ULIDs.

Teste tudo na Ferramenta de UUID, que gera versões v4 e v5 localmente.

Fontes consultadas

  • IETF RFC 4122 — A Universally Unique Identifier (UUID) URN Namespace.
  • IETF draft-peabody-dispatch-new-uuid-format-04 — UUID versão 7.

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