Resumos rápidos com embasamento técnico para usar junto das ferramentas de macros, hidratação e metabolismo da Faster Tools.
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Nutrição clínica
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Micronutrientes e suas funções
Por Paulo Moreira•
Leitura estimada —
Vitaminas e minerais são essenciais mesmo em pequenas quantidades. Acompanhe principais exemplos e recomendações.
Micronutrientes atuam como cofatores enzimáticos, antioxidantes e reguladores de tecidos. A deficiência prolongada impacta imunidade, metabolismo energético e cognição.
Vitaminas lipossolúveis
Vitamina A: visão, pele e diferenciação celular.
Vitamina D: metabolismo de cálcio/fósforo e imunidade.
Vitamina E: proteção antioxidante de membranas.
Vitamina K: coagulação sanguínea e saúde óssea.
Vitaminas hidrossolúveis
Complexo B: participa de vias de energia, síntese de DNA e saúde neurológica.
Vitamina C: síntese de colágeno, absorção de ferro e defesa antioxidante.
Minerais macros
Cálcio: estrutura óssea, contração muscular e sinalização.
Magnésio: mais de 300 reações enzimáticas, equilíbrio eletrolítico.
Potássio e sódio: gradiente celular, pressão arterial e condução nervosa.
Minerais traço
Ferro: transporte de oxigênio (hemoglobina / mioglobina).
Zinco: imunidade, cicatrização e síntese proteica.
Selênio: componente da glutationa peroxidase (antioxidante).
Funções-chave: síntese muscular, transporte de nutrientes, manutenção do sistema imunológico.
Carboidratos (4 kcal/g)
Principal combustível para cérebro e exercícios de maior intensidade. A periodização de carboidratos garante glicogênio adequado e evita fadiga precoce.
Funções-chave: fornece energia imediata, poupa proteínas de serem usadas como combustível, participa da síntese de neurotransmissores.
Gorduras (9 kcal/g)
Essenciais para absorção de vitaminas lipossolúveis, composição de membranas celulares e produção hormonal. O equilíbrio entre gorduras mono, poli e saturadas é decisivo.
Fontes: azeite, abacate, castanhas, peixes ricos em ômega-3.
Funções-chave: suporte anti-inflamatório (ômega-3), proteção de órgãos, regulação térmica e sinalização hormonal.
Experimente as calculadoras de macros e planejamento de refeições do Faster Tools para transformar essas diretrizes em cardápios quantificados.
Fontes consultadas
American College of Sports Medicine. Nutrition and Athletic Performance, 2016.
Ministério da Saúde. Guia Alimentar para a População Brasileira, 2022.
Educação física
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VO₂máx pelo teste de Cooper
Por Paulo Moreira•
Leitura estimada —
Entenda como o teste de Cooper (12 minutos) estima o consumo máximo de oxigênio e como aplicar os resultados em treinos aeróbios.
O teste de Cooper mede a distância percorrida em 12 minutos de corrida contínua. Quanto maior a distância, maior a estimativa de VO₂máx — a capacidade de transportar e utilizar oxigênio durante o exercício.
Como executar
Aqueça por 10 minutos com intensidade leve.
Corra a maior distância possível em 12 minutos em pista ou espaço plano.
Registre a distância total (em metros) para inserir na ferramenta.
Manutenção: repita a cada 6-8 semanas para medir evolução.
Cálculo aproximado
Fórmula Cooper: VO₂máx ≈ (Distância em metros − 504.9) / 44.73.
Classificação varia por sexo e faixa etária; use tabelas específicas para interpretação.
Não substitui ergoespirometria, mas oferece um indicativo rápido da capacidade cardiorrespiratória.
Variações climáticas, descanso e calçados impactam o resultado. Incentive registros detalhados a cada teste para correlacionar VO₂máx com planilhas de volume semanal.
Utilize a ferramenta Estimador de VO₂máx da Faster Tools para calcular automaticamente, salvar o output e integrar com recomendações de zona de treino.
Fontes consultadas
Cooper, K. O programa Aeróbico para o Bem-Estar Total, 1982.
ACSM. Guidelines for Exercise Testing and Prescription, 11ª edição.
Desenvolvedores • Dados & Texto
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UUID e suas versões
Por Paulo Moreira•
Leitura estimada —
Saiba quando usar UUID v1, v4 ou v5 e como essas versões impactam logs, segurança e ordenação dos registros.
UUID (Universally Unique Identifier) é um identificador de 128 bits definido pela RFC 4122. Ele permite gerar IDs únicos sem dependência de banco centralizado, ideal para microsserviços, filas e integrações offline.
Versões determinísticas
v1: usa timestamp + MAC address. Facilita auditoria, mas revela hardware e pode gerar colisões se o relógio voltar.
v3/v5: derivadas de hash (MD5/SHA-1) de um namespace + valor. Úteis para gerar sempre o mesmo ID para a mesma entrada.
Versões aleatórias/ordenáveis
v4: totalmente randômico (122 bits úteis). Excelente para tokens e chaves primárias.
v7: proposta mais recente que combina timestamp + random, mantendo ordenação temporal e privacidade.
Escolha o UUID alinhado ao seu requisito: se precisa de IDs previsíveis para um namespace, use v5. Para escalabilidade simples, v4 resolve. Para ordenação em bancos distribuídos, considere v7 ou ULIDs.